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A empresa de segurança brasileira Axur lançou o portal MinhaSenha.com para que internautas possam descobrir (e, de preferência, nunca mais usar) suas senhas que foram expostas em vazamentos de dados.

O serviço é grátis e exige apenas que o internauta digite o endereço de e-mail. As senhas enviadas são aquelas que estiverem associadas ao e-mail informado. Por segurança (por exemplo, se outra pessoa conseguiu acesso ao seu e-mail e tentou utilizar o serviço para descobrir suas senhas), o final das senhas é ocultado.


O MinhaSenha consulta vazamentos de mais de 300 sites (85 deles brasileiros) e 1,5 milhão de páginas e publicações que incluíam senhas. Segundo a Axur, 5% de todos esses dados vazados envolvem contas online de brasileiros.

Como o banco de dados do serviço inclui parte das senhas de muitas pessoas, a Axur garantiu que utiliza a mesma infraestrutura dos serviços críticos da empresa para abrigar o site. Além disso, nem mesmo o banco de dados do MinhaSenha inclui as senhas completas -- ela está no mesmo formato enviado por e-mail aos usuários, com a parte final da senha faltando (como mostra a foto abaixo).



O MinhaSenha.com se diferencia do principal serviço de notificações de vazamento da web, o "Have I Been Pwned?" (HIBP), porque revela a senha vazada em si e não a fonte dos dados. Fábio Ramos, CEO da Axur, apresentou três razões para isso: a possibilidade de a senha ter sido esquecida pelo internauta, o efeito educativo de ver a senha exposta e a dificuldade em determinar a origem da senha em alguns dos vazamentos. 


"Pouca gente lembra qual senha usava dois ou três anos atrás, quando aconteceu a maioria dos grandes vazamentos, mas, sabendo a senha, o usuário pode tomar a ação de alterá-la em todos os sistemas, apps e serviços digitais onde a mesma credencial é usada", afirmou Ramos.

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Apesar da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) ter regulamentado no dia 2 maio deste ano regras para o uso de drones em território nacional, incluindo aí penalização severa para aqueles que as quebrarem, a popularização das aeronaves não tripuladas tem se mostrado um desafio para as autoridades competentes. 

Na noite do dia 11 deste mês, um drone que sobrevoava o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, foi responsável por cancelar e desviar dezenas de voos, além de afetar a rotina de centenas de passageiros. 

Em entrevista ao site G1, o coronel da Aeronáutica Jorge Vargas, que atua na área de veículos aéreos não tripulados (vants) no Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), disse que o drone de pequeno porte estava no eixo de aproximação da cabeceira da pista 35, que é a pista principal de Congonhas. 

Passageiros aguardando a liberação dos voos
Vale ressaltar que os radares dos aeroportos brasileiros não conseguem detectar os dispositivos nas imediações das pistas uma vez que os mesmos não possuem nenhum tipo de identificação de envio de sinais, como o transponder, presente nos aviões. O quadricóptero deste domingo só foi identificado porque tinha luzes em sua estrutura. Segundo o coronel, o objeto sobrevoou o local por 30 minutos. 

A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar o caso. Segundo o coronel, a polícia já tem informações sobre quem estava operando o drone e ele poderá responder pelo crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo, que prevê pena de 2 a 5 anos. Caso tivesse ocorrido algum acidente, a pena seria de pelo menos 12 anos de prisão.

Com a popularização das pequenas aeronaves e para diversos fins, sejam eles recreativos, corporativos, de criação e até mesmo comerciais, as regras do que é permitido e proibido devem estar claras para os usuários. Abaixo, separamos o que você deve ter em mente caso queira operar um drone para não ser multado ou, bem, ser até mesmo preso.

- Peso e Categorias
As regras da Anac dividem as aeronaves em três categorias a partir de seu peso: unidades com peso abaixo de 25 kg; aquelas entre 25 e 150 kg, e aeronaves com mais de 150 kg. Modelos que tenham menos de 250 gramas estão isentos de vários requisitos, como o cadastro no site da Anac. 

-  Ganhei um drone, preciso registrá-lo?
Sim. Aeronaves com mais de 250 gramas e até 25 kg precisam ser cadastradas no site da Anac. Aquelas com peso inferior a 250 gramas não precisam de nenhum cadastro. O número de identificação gerado na certidão de cadastro (a ser feito no endereço sistemas.anac.gov.br/sisant) deve estar acessível na aeronave ou em local que possa ser facilmente acessado, de forma legível e produzido em material não inflamável.  

- Preciso fazer um seguro? 
Sim, é obrigatório o seguro com cobertura de danos a terceiros para pilotar drones com peso superior a 250 gramas. 

- Preciso de uma habilitação para pilotar um drone?
Sim, no caso de drones que tenham peso superior a 25 kg. Para drones acima de 25kg ou para qualquer voo acima de 120 metros de altura, o piloto deve passar por uma capacitação e ter mais de 18 anos de idade. Já para equipamentos entre 250 gramas e 25 kg, o usuário deverá realizar um cadastro no site da Agência. 

- Onde posso pilotar meu drone?
Pela regra geral, os drones com mais de 250 gramas só poderão voar em áreas distantes de terceiros (no mínimo 30 metros horizontais), sob total responsabilidade do piloto operador e conforme regras de utilização do espaço aéreo do Decea. Caso exista uma barreira de proteção entre o equipamento e as pessoas a distância especificada não precisa ser observada.

Importante - Para voar com drones com mais de 250 gramas perto de pessoas é necessário que elas concordem previamente com a operação, ou seja, a pessoa precisa saber e concordar com o voo daquele equipamento nas proximidades onde se encontra. É o tipo de situação que diz respeito a shows, festivais e partidas de futebol e outros esportes. 

• Continua proibido 
As operações totalmente autônomas desses equipamentos, ou seja, naquelas onde o piloto remoto não é capaz de intervir, continuam proibidas no país. Essas operações diferem-se das automatizadas, nas quais o piloto remoto pode interferir em qualquer ponto. Também é proibido o transporte de pessoas, animais, artigos perigosos (RBAC no 175/2009) e outras cargas vetadas por autoridades competentes. Artigos perigosos poderão ser transportados quando destinados a lançamentos relacionados a atividades de agricultura, horticultura, florestais ou outras definidas pelo novo regulamento.

No entanto, poderão ser transportados equipamentos eletrônicos que contenham baterias de lítio necessárias para seu funcionamento, desde que sejam destinadas para uso durante o voo, tais como câmeras fotográficas filmadoras, computadores etc. Artigos perigosos requeridos para operação do equipamento também poderão ser transportados. As regras referentes aos artigos perigosos não se aplicam aos drones controlados pelo Estado (sob total responsabilidade das entidades e em cumprimento ao RBAC no 175/2009).

• Penalidades
A utilização dos drones em desacordo com a norma implicará em processo administrativo, civil e criminal. Há sanções que estão previstas nas legislações referentes às responsabilizações nas esferas civil, administrativa e penal, com destaque à inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das pessoas. 

O Código Penal prevê, em seu Art. 261, pena de reclusão de dois a cinco anos para quem expuser a perigo embarcação ou aeronave, própria ou alheia, ou praticar qualquer ato tendente a impedir ou dificultar navegação marítima, fluvial ou aérea. O mesmo também tipifica a exposição de pessoas a risco, em seu Art. 132, que prevê pena de detenção de três meses a um ano (ou mais se o crime for considerado mais grave) nos casos em que se coloquem em perigo direto ou iminente a vida ou à saúde terceiros.

Pela Lei das Contravenções Penais, dirigir aeronave sem estar devidamente licenciado pode gerar pena de prisão simples (quinze dias a três meses) e pagamento de multa. Pelo Art. 35 da mesma lei, praticar acrobacias ou fazer voos baixos, fora da zona permitida em lei, bem como fazer descer a aeronave fora de lugares destinados a essa finalidade, também pode gerar prisão simples (15 dias a três meses) e multa. 

As operações de drone por órgãos de segurança pública, de polícia, de fiscalização tributária e aduaneira, de combate a vetores de transmissão de doenças de defesa civil e do corpo de bombeiros, ou de operador a serviço de um desses, permanecem permitidas pela Anac sem observar os critérios de distanciamento das áreas distantes de terceiros. Essas operações devem ocorrer sob total responsabilidade do órgão ou operador e possuir avaliação de risco operacional. Devem também obedecer as regras de utilização do espaço aéreo estabelecidas pelo Decea.


De acordo com o estudo, 77% dos apps apresentam pelo menos uma falha e 12%, possuem ao menos uma falha grave


Apesar dos investimentos em segurança de dados se mostrarem cruciais para as empresas, como evidenciado pelos recentes ciberataques que sequestraram informações confidenciais de usuários ao redor mundo, as aplicações não são mais seguras hoje do que eram há uma década. É o que revela estudo da Veracode, empresa de segurança de software recém-adquirida pela CA Technologies. O levantamento, para o qual foram avaliadas 1,4 mil empresas, revela que ao menos uma falha foi encontrada nos testes iniciais de 77% dos apps analisados e 25% dos sites contém pelo menos uma vulnerabilidade grave.

O estudo ainda mostra que houve uma redução no índice de falhas em nove, das dez principais, vulnerabilidades dos aplicativos. No entanto, os números ainda devem preocupar companhias que utilizam algum serviço baseado em apps. A pesquisa identificou que 12% de todas as aplicações analisadas tinham ao menos uma falha grave.

"Ao longo de um ano, foram quase 250 bilhões de linhas de código analisadas. Vimos que os clientes têm priorizado a correção das falhas mais graves, mas mais de 50% das correções levaram mais de 90 dias para acontecer. Isso preocupa, porque a maioria dos ataques acontecem poucos dias depois da descoberta de uma falha", comenta Denyson Machado, vice-presidente de segurança para América Latina na CA Technologies.

Entre as dez principais falhas registradas, a primeira está relacionada a um dos maiores medos das corporações: proteção de dados. De acordo com a pesquisa, falhas que geram vazamento de informação caíram 7% e hoje acontecem em 65,8% dos apps (em 2016, 72,1% dos apps apresentavam esse tipo de falha). Problemas de criptografia, a segunda falha mais recorrente, também tiveram redução – de 65,9% para 61,5% -, mas ainda ocupam a segunda posição das falhas mais frequentes. Fechando o top 3 está a qualidade do código – caindo de 61,7% para 56,2% dos apps testados.

Segundo os especialistas da CA Technologies, a queda no percentual das principais falhas não é resultado de uma melhora nos apps e nem deve ser tido como resultado de uma maior adoção de testes de código no processo de desenvolvimento. "Os dados mostram que houve, na verdade, uma pulverização das falhas, com o aumento de outros tipos de problemas na produção dos apps", comenta Machado.

Testes contínuos 
Cerca de 70% das aplicações analisadas pela primeira vez não tiveram sucesso em passar por testes de OWASP (Projeto Aberto de Segurança em Aplicações Web), comunidade online que cria e disponibiliza de forma gratuita artigos, metodologias, documentação, ferramentas e tecnologias no campo da segurança de aplicações web.

"A pressa de entregar o produto ao mercado gera problemas durante o desenvolvimento do código e os aplicativos são entregues com falhas de segurança. Os testes contínuos existem e estão disponíveis para que o desenvolvedor não cometa o erro de entregar um produto mal-acabado", afirma João Fábio Valentin, vice-presidente de vendas de soluções  para DevOps da CA Technologies para América Latina.

Com resolução de problemas entre as fases de pré-produção e produção, a tendência de DevSecOps é confirmada. Dos servidores web analisados, 25% continham ao menos uma vulnerabilidade crítica. Nesse caso, mesmo que o desenvolvedor não escreva nenhum código vulnerável, a insegurança do servidor em si compromete a segurança da aplicação. Além disso, mais de 18% das versões dos servidores analisados tinham mais de dez anos de lançamento.

Apesar de 71% das organizações brasileiras apontarem o uso de teste contínuo como essencial ou importante, somente 22% adotam esta prática de última geração, que permite executar testes com antecedência e com frequência, de forma automática e constante, no desenvolvimento de software e aplicações.

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Originária dos Estados Unidos, a Black Friday já virou uma data tradicional de promoções no comércio brasileiro. Este ano, a megaliquidação acontece na próxima sexta-feira, dia 24, e, apesar da crise, a previsão é de 15% de aumento nas vendas, o que representa um pulo de R$ 1,9 bilhão, em 2016, para R$ 2,2 bilhões este ano, segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). A poucos dias do evento, porém, especialistas alertam para o aumento de risco de fraudes eletrônicas e tentativas de roubos de dados, e listam cuidados para garantir não só a segurança como a compra pelo melhor preço, sem prejuízo do orçamento da família.

Na Black Friday de 2016, o Procon-SP recebeu, em uma semana, 1.844 demandas, sendo 1.467 reclamações e denúncias e 377 pedidos de orientação sobre a promoção. Os principais problemas, segundo o supervisor de Fiscalização do órgão, Bruno Teleza, foram pedidos cancelados sem justificativa, mudança de preço ao finalizar a compra, produto ou serviço anunciado indisponível e impossibilidade de fechar a compra (ora a página caia, ora o produto não entrava no carrinho).

Uma reclamação recorrente em todas as edições da Black Friday, ressalta Teleza, é a maquiagem de preço, quando a empresa sobe o valor do produto às vésperas da data da promoção e baixa no dia do evento, voltando o item para o preço original, como se fosse uma oferta. Para ajudar a identificar as falsas promoções, o Procon-RJ e o Procon-SP, entre outros serviços no país, estão monitorando preços em sites e lojas físicas. E, a exemplo do que fez em outras edições, o Procon-SP fará um plantão de monitoramento e orientação, entre as 19h do dia 23 e as 22h do dia 24, o ápice das buscas. Se a compra for virtual, quem for de fora de São Paulo e tiver problemas pode procurar o serviço da autarquia paulistana (www.procon.sp.gov.br/).

ACOMPANHAMENTO DE PREÇOS
Ter uma ideia do preço do produto que se pretende comprar é fundamental para fazer boas aquisições na Black Friday. O Procon-SP orienta que, ao fazer o levantamento, o consumidor deve imprimir a tela com o valor de compra do produto, o link, o nome da empresa, a data e a hora. Vale guardar também folhetos com as promoções. Quem ainda não fez sua pesquisa, no entanto, não precisa se desesperar: sites de comparação de preços e aplicativos oferecem gráfico com a evolução dos preços de produtos para que se possa avaliar o desconto oferecido.

ESTRATÉGIA PARA PESQUISA DE PREÇOS
Diretor de comunicação da camara-e.net, Gerson Rolim diz que uma boa estratégia é o consumidor usar as janelas anônimas na internet, que cobrem os rastros do usuário enquanto ele navega. Assim evitam-se os mecanismos usados por alguns sites que, ao identificarem o interesse do consumidor por determinados itens, elevam os preços nas buscas feitas por esse usuário. Rolim sugere ainda recorrer a sites e ferramentas que comparam preços.

SEGURANÇA DIGITAL
Antes de comprar on-line, verifique se o site da loja informa endereço, telefone fixo, e-mail ou filial física. As páginas com conexão segura, geralmente, são iniciadas por “https” e têm um ícone de cadeado, que deve estar ativo. Ao clicar no cadeado, observe se a informação do certificado corresponde ao endereço na barra de navegação do computador. Observe ainda informações como razão social e CNPJ, e confirme esses dados no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br). Se a situação do CNPJ estiver “baixada”, “cancelada” ou “inativa”, desista da compra. As lojas com os selos Black Friday Legal 2017 e Clique e-Valide já passaram por essa checagem.

SITES FALSOS
Antes de fazer suas compras, consulte a lista de sites não recomendados pelo Procon-SP (sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php), que reúne cerca de 500 endereços na web nos quais já foram identificados golpes ou risco deles.

 Para acessar basta ir em: http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php

PARA NÃO CAIR EM GOLPES
Os golpes digitais aumentam na mesma proporção do número de ofertas, alerta o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Golpistas se aproveitam do aumento das transações para ludibriar consumidores e se apossar de dados pessoais, como senhas e dados de cartão de crédito, utilizando e-mails inexistentes e domínios que, embora se pareçam com o original, não têm relação com a empresa da suposta oferta. Preços muito abaixo da média do mercado são indícios de fraude. Nunca clique no link de uma promoção que lhe foi enviado: vá direto ao site oficial da empresa.

CUIDADO PARA NÃO SE ENDIVIDAR
A recomendação é listar os produtos de que precisa ou deseja e estipular um limite de gasto. Inclua no seu orçamento presentes de Natal, impostos e matrículas escolares que pesam no bolso no início do ano, para não exagerar nas compras e se endividar. Ione Amorim, economista do Idec, aconselha que, antes de realizar qualquer compra, o consumidor verifique a necessidade do produto ou serviço e se a promoção é realmente vantajosa. Comprar por impulso nunca é recomendável.

VENDAS POR APLICATIVOS
Cerca de 20% das compras on-line realizadas na Black Friday, em 2016, foram feitas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets), aponta a Ebit, empresa que monitora o e-commerce. E a tendência é esse percentual aumentar, diz o coordenador acadêmico do MBA em Marketing Digital da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Miceli. Para não cair em armadilhas, ele orienta baixar apenas aplicativos de lojas oficiais, como Google Play ou AppStore. A camara-e.net ressalta que, nos apps, o acesso à loja é direto e imediato, mas valem os mesmos cuidados recomendados para os sites.

‘CASHBACK’
Novidade nesta Black Friday, os programas de cashback — em que, ao comprar um produto, o consumidor é reembolsado com um percentual do valor total pago — necessitam de alguns cuidados antes da adesão. Entre os pontos que devem ser observados: valor da anuidade, percentual de retorno, mínimo a ser gasto para ter direito ao “reembolso” e prazo para pagamento. Todos esses detalhes devem constar do contrato para que se possa exigir o cumprimento da oferta, destaca Ione Amorim, do Idec. Recomenda-se ainda pesquisar a reputação da empresa e verificar se há queixas antes de aderir ao programa.

DOCUMENTE-SE
O comprador deve guardar todas as informações e e-mails referentes à compra, como número do pedido, confirmação de pagamento e código de rastreio do envio. O ideal é imprimir as telas de cada etapa da transação. Nas lojas físicas, exija a nota fiscal. Antes da compra, é aconselhável verificar a política de troca da empresa.

ARREPENDIMENTO
O Procon-RJ lembra que, nas compras pela internet ou por telefone, o consumidor tem até sete dias após a chegada do produto para se arrepender, cancelar a compra e receber o seu dinheiro de volta.

TEM, MAS ACABOU
Se o site não finaliza a compra ou a cancela sem aviso, Christian Printes, advogado do Idec, aconselha o consumidor a pedir esclarecimentos à empresa por escrito, para que tudo fique documentado. Caso o motivo seja falta de estoque, a loja deve deixar de oferecer o item no site, se não fica caracterizado descumprimento da oferta, segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC). O mesmo se aplica ao cancelamento da compra sem aviso prévio. Neste caso, o consumidor pode exigir a entrega do produto, receber outro item equivalente ou aceitar o cancelamento com a devolução do valor pago (art. 35 do CDC).

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Com a chegada de mais uma Black Friday, voltas as preocupações contra fraudes e erros. Uma das dúvidas mais comuns feitas entre os clientes é se o preço de promoção exibido nos anúncios realmente está com o desconto ou foi aumentado pela loja apenas para participar do evento.

Pensando nisso, um site que agrupa ofertas selecionadas da Black Friday, o Black-Friday.Sale, realizou uma pesquisa com base em dados dos últimos cinco anos. Para o alívio dos consumidores que costumam fazer compras na época, na maior parte das vezes os valores do desconto são justos.

A pesquisa foi feita utilizando dados do índice FIPE/Buscapé registrados não só na Black Friday, mas também no Dia das Mães e Natal, entre os anos de 2012 a 2016.


Maria Fernanda Antunes Junqueira, CEO do Global Saving Group, grupo responsável pelo Black-Friday.Sale, revela que o aumento de preços aconteceu em algumas situações, mas que o problema não deve ser algo a se preocupar.

"Nos anos em que houve o aumento de preços antes de eventos, 2013 e 2015, também houve forte alta da inflação, com o IPCA de, respectivamente, cerca de 6% e 11%. É natural que isso seja refletido nos preços do e-commerce de alguma forma", comenta a executiva.

Apesar dos resultados positivos, Junqueira diz reconhecer que algumas lojas são mal intencionadas, o que gerou, por exemplo, o surgimento do termo "Black Fraude". Ela comenta que esse tipo de prática vem sendo reduzido pela facilidade de registrar denúncias online. "Além disso, marcas sérias têm se preocupado cada vez mais com isso, pois não querer ter seu nome associado a fraudes e enganação", diz.

É importante estar atento aos preços da Black Friday sempre fazendo comparações de preços com outras lojas e ficar de olho listas oficiais sobre sites suspeitos. Para este ano, a expectativa é que o evento alcance uma renda de mais de R$ 2 bilhões, representando um aumento de 15% a 20% em relação ao ano passado.


A Nomofobia é caracterizado por uma forte angústia causada pela incapacidade de comunicação por meio de  celulares ou computadores. A palavra é a abreviatura para “No Mobile phone phobia", ou fobia de ficar sem celular. Esse tipo de fobia foi identificado na Inglaterra, em 2008.

SINTOMAS
Os sintomas vêm à tona sempre que uma pessoa fica impossibilitada de se comunicar ou se conectar a um aparelho tecnológico utilizado para comunicação. Esse termo é recente e ainda está sendo estudado. Medo, ansiedade, estresse e ataques de pânico ao pensar em sair sem celular. Os sintomas podem levar a outros efeitos colaterais, como tremores, sudorese, tontura, dificuldade em respirar, náuseas, dor no peito, aceleração da freqüência cardíaca. 
Um vídeo na página inicial do Instituto Delete - responsável por pesquisas, testes e tratamentos na área - mostra bem como acontece a nomofobia no dia-a-dia em toda a sociedade. Assista:


ORIGEM DO PROBLEMA
Esta dependência psicopatológica vai além de uma fobia "simples", de modo que os remédios naturais, tais como anti-ansiedade podem não ser eficazes. Baixa auto-estima e dificuldades nos relacionamentos sociais são fatores de risco que podem causar nomofobia.
O vício no sistema de recompensa de redes sociais – como os likes de facebook, retuítes, views em vídeo de youtube, e ‘corações’ no Instagram – também pode ser um fator que contribui na dependência, pois é uma forma de obter pequenos prazeres psicológicos de forma fácil e rápida.

SAIBA SE VOCÊ POSSUI NOMOFOBIA
O Instituto Delete, disponibiliza 4 testes para identificar se o indivíduo possui vício em redes sociais, internet e celular. Você pode ter acesso à estes testes nos links abaixo.
Testar meu nível de dependência de:
- Whatsapp
- Facebook
- Internet
- Celular

Ou, você pode testar agora se possui nomofobia, marcando em uma folha o número das afirmativas que combinam com você. Vamos começar?
(  ) 1- Já me disseram que eu passo tempo demais no celular.
(  ) 2- Meus amigos e familiares se queixam da forma como utilizo o celular.
(  ) 3- Escondo das pessoas a quantidade de tempo que eu gasto com o celular.
(  ) 4- Uso o celular por mais tempo do que gostaria.
(  ) 5- Já usei/uso o celular para conversar com outras pessoas quando me sinto sozinho(a).
(  ) 6- Perco horas de sono por conta do tempo que passo usando o celular.
(  ) 7- Fico angustiado(a) quando passo um tempo longe do celular.
(  ) 8- Já usei/uso o celular para me sentir melhor quando estou triste.
(  ) 9- Me sinto perdido sem o celular.
(  ) 10- Minha produtividade caiu como resultado direto do uso do aparelho.
(  ) 11- Acontece de usar o celular para eu não lidar com questões mais importantes e urgentes.
(  ) 12- Sinto-me ansioso(a) se tenho que desligar o celular por um tempo, ou quando acaba a bateria.
(  ) 13- Já usei o celular para conversar com alguém quando me senti deslocado em alguma situação.
(  ) 14- Uso o celular quando deveria estar fazendo outras coisas, e isso me acarreta problemas.
(  ) 15- Acho muito difícil desligar meu celular
(  ) 16- Acredito que nunca passo tempo suficiente usando celular.
(  ) 17- Já tentei usar menos o celular mas não consegui.

RESULTADO
• ATÉ 7 RESPOSTAS MARCADAS:
Cuidado, você pode estar começando a perder o controle do uso de seu aparelho.

• 8 À 11 RESPOSTAS MARCADAS:
É possível que o uso excessivo do celular já esteja lhe causando problemas. Considere buscar ajuda profissional.

• 12 À 17 RESPOSTAS MARCADAS:
Você perdeu o controle do uso de celular em sua vida, e isto pode lhe causar sérios problemas de interação social, prejuízos acadêmicos e profissionais, assim como em relações interpessoais. Procure ajuda de um profissional imediatamente.



Um novo golpe online tem como alvo os assinantes da Netflix que são falantes da língua inglesa – ou seja, boa parte da base de usuários global do serviço. Usando um dos truques mais velhos do mundo digital, os golpistas tentam roubar informações de login e dados de cartão de crédito por um e-mail, se passando pelo serviço e afirmando que a conta do usuário foi suspensa devido a problemas de pagamento.
A mensagem é bastante convincente, usando o estilo visual das comunicações da Netflix, além de conter o nome do assinante logo no cabeçalho. Algumas mensagens também contêm um código de erro, algo que é bastante comum em e-mails disparados em massa. Além disso, vem a pressão, uma vez que o assinante teria 48 horas para resolver o problema ou teria sua conta permanentemente bloqueada no serviço.

Página falsa
Uma vez que os dados são inseridos, em uma página online que também se assemelha bastante a uma que seria do serviço, os usuários recebem a mensagem informando que sua assinatura está reativada. Ao checarem o serviço, é claro, tudo vai funcionar bem, uma vez que nada aconteceu, no final das contas.


O golpe foi descoberto pela MailGuard, uma empresa de segurança digital australiana especializada em dispositivos de proteção para e-mails. Os analistas não falaram em números relacionados ao alcance do golpe, mas disseram que a campanha vem sendo bem-sucedida, o que soa esquisito, principalmente quando se leva em conta o caráter bastante usual do método utilizado.

No fim das contas isso prova que, na verdade, basta ser convincente para que até mesmo velhos truques funcionem. A possibilidade de ficar sem assistir à segunda temporada de Stranger Things ou ao novo capítulo de Designated Survivor faz com que muita gente acabe clicando no link por desespero, entregando suas informações de login e finanças para criminosos sem verificar se a mensagem é efetivamente real.


A partir daí segue o de sempre. De posse dos dados, os responsáveis pela campanha de spam realizam compras online, adquirem moedas virtuais e tentam usar o e-mail e senha inseridos para acessar outros serviços, na tentativa de ampliar ainda mais o alcance do ataque, apostando na ingenuidade dos usuários que usam a mesma senha em mais de uma plataforma.


Os métodos para proteção, entretanto, são igualmente tradicionais. Ao receber um e-mail desse tipo, basta se certificar de que a mensagem realmente veio do remetente original – uma observação rápida do remetente, principalmente na URL usada para enviar a comunicação, normalmente resolve possíveis dúvidas. Vale a pena, por exemplo, comparar o endereço usado com o de outros e-mails recebidos anteriormente dos serviços online.

Além disso, no caso de e-mails que alegam suspensão de serviços online, sempre vale a pena dar uma olhada se o acesso realmente foi bloqueado. No caso deste golpe, por exemplo, o acesso aos filmes e séries continuaria normalmente pelo simples fato de a conta da Netflix, simplesmente, não apresentar problema algum.

Quando contatado, o serviço de streaming disse saber que golpes desse tipo são comuns. A empresa afirmou levar a sério a segurança de seus clientes e ter sistemas de segurança em funcionamento para evitar golpes desse tipo, mas como os criminosos são “proativos”, isso muitas vezes é complicado. Por isso, se une à MailGuard na recomendação de que os usuários verifiquem os e-mails recebidos antes de acreditarem que ele veio a partir da plataforma de entretenimento online.

Além disso, em caso de dúvidas, o ideal é entrar em contato com a companhia contratada por telefone, ou, se isso não for possível, enviar pessoalmente um e-mail pelos meios de contato disponíveis, aguardando a resposta. Essa é a fronteira final que os golpistas simplesmente são incapazes de ultrapassar.

Notícia postada originalmente em Canaltech



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A partir de hoje, você pode excluir as mensagens enviadas por engano (ou que você manda sem pensar nas consequências kkk), para uma pessoa ou para um grupo inteiro.

Veja como funciona: 
1. Selecione a mensagem a ser apagada. Ela só poderá ser excluída do telefone do destinatário se o mesmo ainda não tiver lido.

2. Clique na lixeira, a mesma que você costumava utilizar para apagar mensagens antes da atualização.

3. Clique em "excluir para todos". Caso o destinatário já tenha lido e tenha se passado algum tempo, o recurso não aparece mais. Ele só fica disponível por alguns instantes.

4. Pronto, mensagem excluída com sucesso.


5. E esse é o resultado para o destinatário. Sim, ele vai saber que você excluiu a mensagem, e provavelmente te importunar pra saber o que era, mas veja o lado bom, você vai ter sua chance de se arrepender ou corrigir o erro de ter mandado algo por engano.

Este recurso está sendo lançado para usuários em todo o mundo nas últimas versões do iPhone, Android, Windows Phone e desktop. Tanto você como o destinatário da mensagem devem usar a versão mais recente do WhatsApp para que a mensagem seja excluída com êxito.