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Originária dos Estados Unidos, a Black Friday já virou uma data tradicional de promoções no comércio brasileiro. Este ano, a megaliquidação acontece na próxima sexta-feira, dia 24, e, apesar da crise, a previsão é de 15% de aumento nas vendas, o que representa um pulo de R$ 1,9 bilhão, em 2016, para R$ 2,2 bilhões este ano, segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). A poucos dias do evento, porém, especialistas alertam para o aumento de risco de fraudes eletrônicas e tentativas de roubos de dados, e listam cuidados para garantir não só a segurança como a compra pelo melhor preço, sem prejuízo do orçamento da família.

Na Black Friday de 2016, o Procon-SP recebeu, em uma semana, 1.844 demandas, sendo 1.467 reclamações e denúncias e 377 pedidos de orientação sobre a promoção. Os principais problemas, segundo o supervisor de Fiscalização do órgão, Bruno Teleza, foram pedidos cancelados sem justificativa, mudança de preço ao finalizar a compra, produto ou serviço anunciado indisponível e impossibilidade de fechar a compra (ora a página caia, ora o produto não entrava no carrinho).

Uma reclamação recorrente em todas as edições da Black Friday, ressalta Teleza, é a maquiagem de preço, quando a empresa sobe o valor do produto às vésperas da data da promoção e baixa no dia do evento, voltando o item para o preço original, como se fosse uma oferta. Para ajudar a identificar as falsas promoções, o Procon-RJ e o Procon-SP, entre outros serviços no país, estão monitorando preços em sites e lojas físicas. E, a exemplo do que fez em outras edições, o Procon-SP fará um plantão de monitoramento e orientação, entre as 19h do dia 23 e as 22h do dia 24, o ápice das buscas. Se a compra for virtual, quem for de fora de São Paulo e tiver problemas pode procurar o serviço da autarquia paulistana (www.procon.sp.gov.br/).

ACOMPANHAMENTO DE PREÇOS
Ter uma ideia do preço do produto que se pretende comprar é fundamental para fazer boas aquisições na Black Friday. O Procon-SP orienta que, ao fazer o levantamento, o consumidor deve imprimir a tela com o valor de compra do produto, o link, o nome da empresa, a data e a hora. Vale guardar também folhetos com as promoções. Quem ainda não fez sua pesquisa, no entanto, não precisa se desesperar: sites de comparação de preços e aplicativos oferecem gráfico com a evolução dos preços de produtos para que se possa avaliar o desconto oferecido.

ESTRATÉGIA PARA PESQUISA DE PREÇOS
Diretor de comunicação da camara-e.net, Gerson Rolim diz que uma boa estratégia é o consumidor usar as janelas anônimas na internet, que cobrem os rastros do usuário enquanto ele navega. Assim evitam-se os mecanismos usados por alguns sites que, ao identificarem o interesse do consumidor por determinados itens, elevam os preços nas buscas feitas por esse usuário. Rolim sugere ainda recorrer a sites e ferramentas que comparam preços.

SEGURANÇA DIGITAL
Antes de comprar on-line, verifique se o site da loja informa endereço, telefone fixo, e-mail ou filial física. As páginas com conexão segura, geralmente, são iniciadas por “https” e têm um ícone de cadeado, que deve estar ativo. Ao clicar no cadeado, observe se a informação do certificado corresponde ao endereço na barra de navegação do computador. Observe ainda informações como razão social e CNPJ, e confirme esses dados no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br). Se a situação do CNPJ estiver “baixada”, “cancelada” ou “inativa”, desista da compra. As lojas com os selos Black Friday Legal 2017 e Clique e-Valide já passaram por essa checagem.

SITES FALSOS
Antes de fazer suas compras, consulte a lista de sites não recomendados pelo Procon-SP (sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php), que reúne cerca de 500 endereços na web nos quais já foram identificados golpes ou risco deles.

 Para acessar basta ir em: http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php

PARA NÃO CAIR EM GOLPES
Os golpes digitais aumentam na mesma proporção do número de ofertas, alerta o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Golpistas se aproveitam do aumento das transações para ludibriar consumidores e se apossar de dados pessoais, como senhas e dados de cartão de crédito, utilizando e-mails inexistentes e domínios que, embora se pareçam com o original, não têm relação com a empresa da suposta oferta. Preços muito abaixo da média do mercado são indícios de fraude. Nunca clique no link de uma promoção que lhe foi enviado: vá direto ao site oficial da empresa.

CUIDADO PARA NÃO SE ENDIVIDAR
A recomendação é listar os produtos de que precisa ou deseja e estipular um limite de gasto. Inclua no seu orçamento presentes de Natal, impostos e matrículas escolares que pesam no bolso no início do ano, para não exagerar nas compras e se endividar. Ione Amorim, economista do Idec, aconselha que, antes de realizar qualquer compra, o consumidor verifique a necessidade do produto ou serviço e se a promoção é realmente vantajosa. Comprar por impulso nunca é recomendável.

VENDAS POR APLICATIVOS
Cerca de 20% das compras on-line realizadas na Black Friday, em 2016, foram feitas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets), aponta a Ebit, empresa que monitora o e-commerce. E a tendência é esse percentual aumentar, diz o coordenador acadêmico do MBA em Marketing Digital da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Miceli. Para não cair em armadilhas, ele orienta baixar apenas aplicativos de lojas oficiais, como Google Play ou AppStore. A camara-e.net ressalta que, nos apps, o acesso à loja é direto e imediato, mas valem os mesmos cuidados recomendados para os sites.

‘CASHBACK’
Novidade nesta Black Friday, os programas de cashback — em que, ao comprar um produto, o consumidor é reembolsado com um percentual do valor total pago — necessitam de alguns cuidados antes da adesão. Entre os pontos que devem ser observados: valor da anuidade, percentual de retorno, mínimo a ser gasto para ter direito ao “reembolso” e prazo para pagamento. Todos esses detalhes devem constar do contrato para que se possa exigir o cumprimento da oferta, destaca Ione Amorim, do Idec. Recomenda-se ainda pesquisar a reputação da empresa e verificar se há queixas antes de aderir ao programa.

DOCUMENTE-SE
O comprador deve guardar todas as informações e e-mails referentes à compra, como número do pedido, confirmação de pagamento e código de rastreio do envio. O ideal é imprimir as telas de cada etapa da transação. Nas lojas físicas, exija a nota fiscal. Antes da compra, é aconselhável verificar a política de troca da empresa.

ARREPENDIMENTO
O Procon-RJ lembra que, nas compras pela internet ou por telefone, o consumidor tem até sete dias após a chegada do produto para se arrepender, cancelar a compra e receber o seu dinheiro de volta.

TEM, MAS ACABOU
Se o site não finaliza a compra ou a cancela sem aviso, Christian Printes, advogado do Idec, aconselha o consumidor a pedir esclarecimentos à empresa por escrito, para que tudo fique documentado. Caso o motivo seja falta de estoque, a loja deve deixar de oferecer o item no site, se não fica caracterizado descumprimento da oferta, segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC). O mesmo se aplica ao cancelamento da compra sem aviso prévio. Neste caso, o consumidor pode exigir a entrega do produto, receber outro item equivalente ou aceitar o cancelamento com a devolução do valor pago (art. 35 do CDC).

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Com a chegada de mais uma Black Friday, voltas as preocupações contra fraudes e erros. Uma das dúvidas mais comuns feitas entre os clientes é se o preço de promoção exibido nos anúncios realmente está com o desconto ou foi aumentado pela loja apenas para participar do evento.

Pensando nisso, um site que agrupa ofertas selecionadas da Black Friday, o Black-Friday.Sale, realizou uma pesquisa com base em dados dos últimos cinco anos. Para o alívio dos consumidores que costumam fazer compras na época, na maior parte das vezes os valores do desconto são justos.

A pesquisa foi feita utilizando dados do índice FIPE/Buscapé registrados não só na Black Friday, mas também no Dia das Mães e Natal, entre os anos de 2012 a 2016.


Maria Fernanda Antunes Junqueira, CEO do Global Saving Group, grupo responsável pelo Black-Friday.Sale, revela que o aumento de preços aconteceu em algumas situações, mas que o problema não deve ser algo a se preocupar.

"Nos anos em que houve o aumento de preços antes de eventos, 2013 e 2015, também houve forte alta da inflação, com o IPCA de, respectivamente, cerca de 6% e 11%. É natural que isso seja refletido nos preços do e-commerce de alguma forma", comenta a executiva.

Apesar dos resultados positivos, Junqueira diz reconhecer que algumas lojas são mal intencionadas, o que gerou, por exemplo, o surgimento do termo "Black Fraude". Ela comenta que esse tipo de prática vem sendo reduzido pela facilidade de registrar denúncias online. "Além disso, marcas sérias têm se preocupado cada vez mais com isso, pois não querer ter seu nome associado a fraudes e enganação", diz.

É importante estar atento aos preços da Black Friday sempre fazendo comparações de preços com outras lojas e ficar de olho listas oficiais sobre sites suspeitos. Para este ano, a expectativa é que o evento alcance uma renda de mais de R$ 2 bilhões, representando um aumento de 15% a 20% em relação ao ano passado.


A Nomofobia é caracterizado por uma forte angústia causada pela incapacidade de comunicação por meio de  celulares ou computadores. A palavra é a abreviatura para “No Mobile phone phobia", ou fobia de ficar sem celular. Esse tipo de fobia foi identificado na Inglaterra, em 2008.

SINTOMAS
Os sintomas vêm à tona sempre que uma pessoa fica impossibilitada de se comunicar ou se conectar a um aparelho tecnológico utilizado para comunicação. Esse termo é recente e ainda está sendo estudado. Medo, ansiedade, estresse e ataques de pânico ao pensar em sair sem celular. Os sintomas podem levar a outros efeitos colaterais, como tremores, sudorese, tontura, dificuldade em respirar, náuseas, dor no peito, aceleração da freqüência cardíaca. 
Um vídeo na página inicial do Instituto Delete - responsável por pesquisas, testes e tratamentos na área - mostra bem como acontece a nomofobia no dia-a-dia em toda a sociedade. Assista:


ORIGEM DO PROBLEMA
Esta dependência psicopatológica vai além de uma fobia "simples", de modo que os remédios naturais, tais como anti-ansiedade podem não ser eficazes. Baixa auto-estima e dificuldades nos relacionamentos sociais são fatores de risco que podem causar nomofobia.
O vício no sistema de recompensa de redes sociais – como os likes de facebook, retuítes, views em vídeo de youtube, e ‘corações’ no Instagram – também pode ser um fator que contribui na dependência, pois é uma forma de obter pequenos prazeres psicológicos de forma fácil e rápida.

SAIBA SE VOCÊ POSSUI NOMOFOBIA
O Instituto Delete, disponibiliza 4 testes para identificar se o indivíduo possui vício em redes sociais, internet e celular. Você pode ter acesso à estes testes nos links abaixo.
Testar meu nível de dependência de:
- Whatsapp
- Facebook
- Internet
- Celular

Ou, você pode testar agora se possui nomofobia, marcando em uma folha o número das afirmativas que combinam com você. Vamos começar?
(  ) 1- Já me disseram que eu passo tempo demais no celular.
(  ) 2- Meus amigos e familiares se queixam da forma como utilizo o celular.
(  ) 3- Escondo das pessoas a quantidade de tempo que eu gasto com o celular.
(  ) 4- Uso o celular por mais tempo do que gostaria.
(  ) 5- Já usei/uso o celular para conversar com outras pessoas quando me sinto sozinho(a).
(  ) 6- Perco horas de sono por conta do tempo que passo usando o celular.
(  ) 7- Fico angustiado(a) quando passo um tempo longe do celular.
(  ) 8- Já usei/uso o celular para me sentir melhor quando estou triste.
(  ) 9- Me sinto perdido sem o celular.
(  ) 10- Minha produtividade caiu como resultado direto do uso do aparelho.
(  ) 11- Acontece de usar o celular para eu não lidar com questões mais importantes e urgentes.
(  ) 12- Sinto-me ansioso(a) se tenho que desligar o celular por um tempo, ou quando acaba a bateria.
(  ) 13- Já usei o celular para conversar com alguém quando me senti deslocado em alguma situação.
(  ) 14- Uso o celular quando deveria estar fazendo outras coisas, e isso me acarreta problemas.
(  ) 15- Acho muito difícil desligar meu celular
(  ) 16- Acredito que nunca passo tempo suficiente usando celular.
(  ) 17- Já tentei usar menos o celular mas não consegui.

RESULTADO
• ATÉ 7 RESPOSTAS MARCADAS:
Cuidado, você pode estar começando a perder o controle do uso de seu aparelho.

• 8 À 11 RESPOSTAS MARCADAS:
É possível que o uso excessivo do celular já esteja lhe causando problemas. Considere buscar ajuda profissional.

• 12 À 17 RESPOSTAS MARCADAS:
Você perdeu o controle do uso de celular em sua vida, e isto pode lhe causar sérios problemas de interação social, prejuízos acadêmicos e profissionais, assim como em relações interpessoais. Procure ajuda de um profissional imediatamente.



Um novo golpe online tem como alvo os assinantes da Netflix que são falantes da língua inglesa – ou seja, boa parte da base de usuários global do serviço. Usando um dos truques mais velhos do mundo digital, os golpistas tentam roubar informações de login e dados de cartão de crédito por um e-mail, se passando pelo serviço e afirmando que a conta do usuário foi suspensa devido a problemas de pagamento.
A mensagem é bastante convincente, usando o estilo visual das comunicações da Netflix, além de conter o nome do assinante logo no cabeçalho. Algumas mensagens também contêm um código de erro, algo que é bastante comum em e-mails disparados em massa. Além disso, vem a pressão, uma vez que o assinante teria 48 horas para resolver o problema ou teria sua conta permanentemente bloqueada no serviço.

Página falsa
Uma vez que os dados são inseridos, em uma página online que também se assemelha bastante a uma que seria do serviço, os usuários recebem a mensagem informando que sua assinatura está reativada. Ao checarem o serviço, é claro, tudo vai funcionar bem, uma vez que nada aconteceu, no final das contas.


O golpe foi descoberto pela MailGuard, uma empresa de segurança digital australiana especializada em dispositivos de proteção para e-mails. Os analistas não falaram em números relacionados ao alcance do golpe, mas disseram que a campanha vem sendo bem-sucedida, o que soa esquisito, principalmente quando se leva em conta o caráter bastante usual do método utilizado.

No fim das contas isso prova que, na verdade, basta ser convincente para que até mesmo velhos truques funcionem. A possibilidade de ficar sem assistir à segunda temporada de Stranger Things ou ao novo capítulo de Designated Survivor faz com que muita gente acabe clicando no link por desespero, entregando suas informações de login e finanças para criminosos sem verificar se a mensagem é efetivamente real.


A partir daí segue o de sempre. De posse dos dados, os responsáveis pela campanha de spam realizam compras online, adquirem moedas virtuais e tentam usar o e-mail e senha inseridos para acessar outros serviços, na tentativa de ampliar ainda mais o alcance do ataque, apostando na ingenuidade dos usuários que usam a mesma senha em mais de uma plataforma.


Os métodos para proteção, entretanto, são igualmente tradicionais. Ao receber um e-mail desse tipo, basta se certificar de que a mensagem realmente veio do remetente original – uma observação rápida do remetente, principalmente na URL usada para enviar a comunicação, normalmente resolve possíveis dúvidas. Vale a pena, por exemplo, comparar o endereço usado com o de outros e-mails recebidos anteriormente dos serviços online.

Além disso, no caso de e-mails que alegam suspensão de serviços online, sempre vale a pena dar uma olhada se o acesso realmente foi bloqueado. No caso deste golpe, por exemplo, o acesso aos filmes e séries continuaria normalmente pelo simples fato de a conta da Netflix, simplesmente, não apresentar problema algum.

Quando contatado, o serviço de streaming disse saber que golpes desse tipo são comuns. A empresa afirmou levar a sério a segurança de seus clientes e ter sistemas de segurança em funcionamento para evitar golpes desse tipo, mas como os criminosos são “proativos”, isso muitas vezes é complicado. Por isso, se une à MailGuard na recomendação de que os usuários verifiquem os e-mails recebidos antes de acreditarem que ele veio a partir da plataforma de entretenimento online.

Além disso, em caso de dúvidas, o ideal é entrar em contato com a companhia contratada por telefone, ou, se isso não for possível, enviar pessoalmente um e-mail pelos meios de contato disponíveis, aguardando a resposta. Essa é a fronteira final que os golpistas simplesmente são incapazes de ultrapassar.

Notícia postada originalmente em Canaltech



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A partir de hoje, você pode excluir as mensagens enviadas por engano (ou que você manda sem pensar nas consequências kkk), para uma pessoa ou para um grupo inteiro.

Veja como funciona: 
1. Selecione a mensagem a ser apagada. Ela só poderá ser excluída do telefone do destinatário se o mesmo ainda não tiver lido.

2. Clique na lixeira, a mesma que você costumava utilizar para apagar mensagens antes da atualização.

3. Clique em "excluir para todos". Caso o destinatário já tenha lido e tenha se passado algum tempo, o recurso não aparece mais. Ele só fica disponível por alguns instantes.

4. Pronto, mensagem excluída com sucesso.


5. E esse é o resultado para o destinatário. Sim, ele vai saber que você excluiu a mensagem, e provavelmente te importunar pra saber o que era, mas veja o lado bom, você vai ter sua chance de se arrepender ou corrigir o erro de ter mandado algo por engano.

Este recurso está sendo lançado para usuários em todo o mundo nas últimas versões do iPhone, Android, Windows Phone e desktop. Tanto você como o destinatário da mensagem devem usar a versão mais recente do WhatsApp para que a mensagem seja excluída com êxito.

É bem provável que você já tenha visto – ou clicado – em algum tipo de publicidade enganosa na internet. E não é à toa: no último trimestre deste ano, foram contabilizados 24,19 milhões de acessos a esse tipo de anúncio enganoso, de acordo com o Relatório da Segurança Digital divulgado pelo DFNDR Lab, laboratório de segurança especializado no combate ao cibercrime.

O número total de ciberataques cresceu 44% entre o segundo e terceiro trimestre de 2017. Dados mostram que links maliciosos já são 12 vezes mais usados em ataques do que malwares. Somente no terceiro trimestre, foram bloqueados 65,7 milhões de ataques por links maliciosos pelo DFNDR Security, enquanto no período anterior esse número era de 45,7 milhões. A publicidade enganosa corresponde a mais de 35% dessas detecções.

Mas afinal: o que é publicidade enganosa?
De acordo com a definição do Art 37 do Código de Defesa do Consumidor:
§ 1º É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços.

Contudo, falando de forma mais simples e no contexto digital, “publicidade enganosa são todas as páginas ou pop-ups com mensagens que enganam o usuário. Um exemplo bem comum é se deparar com mensagens que afirmam que o seu celular está infectado com vírus, induzindo a vítima a assinar serviços ou instalar aplicativos”, explica Emilio Simoni, Diretor do DFNDR Lab.

Veja como funciona a publicidade enganosa
Os hackers buscam ganhar dinheiro de forma ilegal criando anúncios que fingem ser propagandas reais de aplicativos e forçam as vítimas a instalarem esses apps. Assim, os criminosos recebem dinheiro pelas instalações sem que as empresas saibam.

Além disso, o anúncio enganoso pode estar em qualquer página ou site na internet e geralmente aparece em alguma área da tela do celular ou computador. A mensagem pode oferecer produtos milagrosos ou até afirmar que o seu aparelho está infectado com vírus, fazendo você baixar aplicativos, contratar serviços ou informar dados, como o login e senha de redes sociais, por exemplo.



A publicidade enganosa é voltada para qualquer usuário, pois possui mensagens genéricas. Além disso, ela é fácil de ser criada e implantada em páginas na internet e por isso, o número de acessos a essas mensagens é tão alto”, completa Simoni.

Não caia em ciladas
• Desconfie de promessas milagrosas e mensagens alarmantes que apareçam em sites. A publicidade enganosa pode estar, inclusive, dentro de sites confiáveis, como de grandes lojas varejistas. Por isso, a atenção deve ser redobrada;
• Mantenha um antivírus instalado no celular, como o DFNDR Security, único aplicativo de segurança com proteção em tempo real contra ataques dentro de outros apps. Assim, sempre que receber um link malicioso, você será alertado para não acessá-lo;
• Fique de olho! Normalmente, as páginas dos anúncios enganosos não possuem no endereço da URL o símbolo de segurança;
• Na dúvida, verifique antes se o link é seguro. O DFNDR Lab possui uma área para análises de links e o resultado sai em poucos segundos. VOCÊ PODE VERIFICAR AQUI




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Então você perdeu o acesso ao seu celular e ao seu chip. Não importa se ele foi roubado, furtado ou você simplesmente acabou perdendo o aparelho, é recomendável bloquear o acesso ao WhatsApp o quanto antes.

O aplicativo guarda algumas das conversas mais delicadas que uma pessoa pode ter, com dados privativos delicados, que podem causar estrago se caírem na mão de alguém com más intenções. Muita gente ainda usa o app para trabalho e pode ter informações delicadas de outras pessoas no aparelho.

Então, é sábio barrar o acesso ao WhatsApp no seu celular antigo o quanto antes. O problema é fazer isso sem acesso físico ao celular. O jeito mais fácil seria cadastrar o aplicativo em um novo celular com o seu número antigo, mas isso pode ser um problema por dois motivos: você pode demorar para conseguir um chip novo, ou você pode demorar para conseguir um celular novo.

O WhatsApp, no entanto, fornece uma outra opção, mas ela não é intuitiva. Depois de contatar a sua operadora para bloquear o seu chip, para que a pessoa com seu celular em mãos não tenha mais acesso a mensagens SMS, você deve seguir os passos abaixo:

1. Abra seu e-mail

2. Componha uma mensagem para o endereço support@whatsapp.com

3. Coloque “Perdido/Roubado: Por favor, desative minha conta” (sem as aspas) como assunto

4. No campo de texto, digite novamente “Perdido/Roubado: Por favor, desative minha conta” (sem aspas)

5. Inclua o seu número de telefone no formato internacional
O formato internacional de um número telefônico brasileiro é +55XXYYYYYYYYY, onde XX é o código de DDD da sua área e YYYYYYYYY é o seu número de telefone. Então, se você mora em São Paulo, e seu número de telefone é 99999-9999, o número deve ser digitado como +5511999999999.

6. O resultado é esse:









Um pesquisador de segurança independente publicou um alerta sobre um golpe on-line que oferece descontos falsos para o aplicativo de delivery de comida iFood. A fraude, que não tem relação com a marca, tenta usar a isca do desconto para que as vítimas interajam com a página falsa. 

O alerta foi publicado nas redes sociais nos perfis do "Defesa Digital", um pesquisador independente e anônimo que investiga e denuncia golpes na internet. O alerta foi publicado na segunda-feira (09/10), nossa equipe verificou que o site envolvido no golpe já não se encontra mais online, mas pode voltar a qualquer momento, como ocorrem com outros golpes da internet.

Segundo o pesquisador, o objetivo do golpe era roubar senhas do próprio iFood. É sabido que os dados do cartão de crédito ficam salvos para compras futuras, caso o usuário já tenha efetuado alguma compra. Embora o código de segurança seja inacessível sem o cartão em mãos é importante que os usuários saibam do golpe para evitar que outras informações pessoais contidas na conta do iFood sejam vendidas/compartilhadas na internet. 

Ao receber cupons promocionais por e-mail, internautas devem suspeitar de links embutidos nas mensagens. O ideal é que os serviços incluam qualquer cupom no corpo do e-mail para que seja possível utilizá-lo no aplicativo ou no site oficial. Caso um link seja utilizado, é importante verificar a barra de endereço do navegador para se certificar que o site visitado está correto/oficial.


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